Como funciona
Como você acorda, o que já tentou e o que dificulta o tratamento fazem parte da conversa. O exame da face e os estudos do sono ajudam a investigar a participação dos maxilares.
O cansaço acompanha o dia, a concentração falha e o ronco preocupa quem dorme ao seu lado. Se você investiga ou já trata apneia obstrutiva, a avaliação buco-maxilo-facial ajuda a esclarecer se a posição dos maxilares participa da dificuldade para respirar durante o sono.

Trabalhar com atenção, aproveitar o tempo com a família e sentir que a noite trouxe descanso. Na consulta, conte como o cansaço tem limitado seu dia. Ronco e cansaço, sozinhos, não confirmam apneia: o diagnóstico e os exames do sono mostram o que precisa de cuidado.
Esses sinais não significam, por si só, que você precise de cirurgia. A avaliação existe para entender a origem e discutir o melhor caminho.
O tratamento precisa considerar o que dificulta sua respiração durante o sono. O Dr. Adriano avalia a posição dos maxilares e a via aérea, o caminho por onde o ar passa, junto com seu histórico e os estudos do sono. Isso ajuda a esclarecer se a estrutura da face tem um papel no seu caso.
Essa análise se soma ao acompanhamento com o médico do sono e os demais profissionais. CPAP, medidas clínicas e aparelhos intraorais estão entre as opções, conforme a indicação. A cirurgia dos maxilares é discutida em casos selecionados, quando os benefícios esperados justificam os riscos e as alternativas foram consideradas.
Não necessariamente. Ronco e apneia podem ocorrer juntos, mas o diagnóstico depende de avaliação médica e, quando indicado, de um estudo do sono.
O CPAP usa pressão de ar para manter a via aérea aberta durante o sono. Dificuldades de uso devem ser discutidas com a equipe que acompanha você: ajustes e outras opções podem ser considerados. Isso não define, por si só, uma indicação cirúrgica.
Em alguns casos de apneia obstrutiva, a anatomia dos maxilares influencia o espaço para a passagem de ar. Essa contribuição precisa ser avaliada junto com os exames do sono e os demais fatores envolvidos.
A proposta é trabalhar em conjunto. O acompanhamento do sono continua sendo necessário para escolher o tratamento e verificar a resposta ao longo do tempo.
A participação buco-maxilo-facial é uma etapa dentro de um cuidado que continua sendo multidisciplinar. Conhecer a sequência ajuda a entender onde ela entra.
A consulta reúne suas queixas, o exame da face e os estudos do sono que você já tem, para entender se a posição dos maxilares participa da dificuldade para respirar.
Os achados são discutidos com o médico e os demais profissionais que acompanham você. Exames complementares podem ser necessários antes de qualquer definição.
As possibilidades são apresentadas com benefícios esperados, riscos e alternativas. O acompanhamento do sono continua, havendo ou não indicação cirúrgica.
Como você acorda, o que já tentou e o que dificulta o tratamento fazem parte da conversa. O exame da face e os estudos do sono ajudam a investigar a participação dos maxilares.
Se a estrutura dos maxilares pode contribuir para a apneia, quais exames ainda são necessários e o que discutir com sua equipe para orientar os próximos passos.
Se você já tem polissonografia ou relatórios de quem acompanha seu sono, eles adiantam a conversa. Se não tem, a avaliação começa pelo exame da face e pelo que você contar.
Se você já faz tratamento para apneia, mantenha o acompanhamento enquanto esclarece suas dúvidas com a equipe responsável.
A investigação é conduzida por um médico, que avalia sintomas e histórico e indica o estudo do sono apropriado, como a polissonografia. A avaliação buco-maxilo-facial complementa esse cuidado quando há suspeita de participação da anatomia dos maxilares.
Não. Existem diferentes tipos e causas de apneia. A cirurgia dos maxilares pode ser considerada em casos selecionados de apneia obstrutiva, após análise da anatomia, da gravidade, dos tratamentos e da saúde geral.
Avaliar se a posição e a estrutura dos maxilares contribuem para a obstrução da passagem de ar. Essa análise é discutida com os demais profissionais para definir se há alguma indicação de cuidado nessa área.
Não. Mantenha o tratamento e o acompanhamento que você já faz. A avaliação buco-maxilo-facial esclarece uma parte do quadro; qualquer mudança no tratamento é decidida com a equipe responsável pelo seu sono.
Se você investiga ou já trata apneia, converse com a equipe sobre a avaliação dos maxilares. Entender essa parte do quadro pode ajudar a definir um cuidado mais adequado ao seu sono.
Deixe seu nome e WhatsApp. A equipe explica como funciona a consulta e quais exames do sono ajudam na avaliação.