Cirurgia de siso em João Pessoa

Precisa mesmo tirar o siso?

Nem todo siso precisa sair, e nem todo siso que sai é um caso simples. Um dente incluso perto do nervo, uma inflamação que volta ou uma raiz que encosta no canal da mandíbula mudam o preparo e os cuidados. A avaliação esclarece em qual dos dois grupos está o seu caso.

  • Indicação avaliada caso a caso
  • Casos de maior complexidade
  • João Pessoa
Siso sem sintoma nem sempre precisa de cirurgia. A avaliação começa por essa pergunta.
Dr. Adriano Rocha GermanoCirurgião BucomaxilofacialCRO-PB 12753 · CRO-RN 1980 Certificação Board · FBCOMSConhecer a formação
O que está acontecendo com o seu?

Dor que volta, comida que entala, ou só a dúvida do raio-X.

  • A gengiva atrás do último dente incha e dói de tempos em tempos.
  • Comida entala sempre no mesmo lugar e a escova não alcança.
  • Você abre menos a boca ou sente a mandíbula travada quando inflama.
  • Não dói nada, mas apareceu no raio-X e disseram para tirar.
Imagem ilustrativa
A pergunta que vem antes

A pergunta não é como tirar. É se precisa tirar

Sisos sem sintoma, bem posicionados e possíveis de higienizar podem apenas ser acompanhados. Quando há infecção que repete, cárie que não dá para restaurar, dano ao dente vizinho ou uma lesão associada, a remoção passa a ser considerada. A diferença entre um caso e outro não está no incômodo de hoje: está no exame e na imagem.

Esses sinais não significam, por si só, que você precise de cirurgia. A avaliação existe para entender a origem e discutir o melhor caminho.

O que decide a conduta

A imagem decide mais do que o incômodo.

A avaliação começa pelo que você sente e pelo que já aconteceu: quantas vezes inflamou, se há dor ao morder, se a região sangra ou se a comida se acumula ali. Isso situa o problema, mas não define a conduta sozinho.

A imagem é o que mostra a posição do dente, quanto osso o cobre, como as raízes se formaram e qual a relação com o canal onde passa o nervo da mandíbula ou com o seio maxilar, nos de cima. A radiografia panorâmica costuma bastar; a tomografia entra quando a raiz aparece próxima ao canal e essa distância precisa ser medida, não estimada.

Com isso na mesa, a conversa é sobre o que se ganha e o que se arrisca em cada caminho. Nem todo siso precisa sair, e quando precisa, o preparo muda conforme a dificuldade prevista: um dente irrompido e acessível não é o mesmo problema que um incluso profundo encostado no nervo.

  • Histórico de inflamação, dor e dificuldade de higiene.
  • Posição do dente, formação das raízes e osso que o recobre.
  • Relação com o canal da mandíbula e com o seio maxilar.
  • Condição do dente vizinho e presença de lesão associada.
  • Saúde geral, medicamentos e tratamento ortodôntico em curso.
Dor na mandíbula que não é do siso? Entenda DTM e ATM
Posição e riscoMedir a relação com o nervo antes de decidir.
01Dente incluso02Canal da mandíbula03Osso que recobre

Quatro coisas que você provavelmente já ouviu.

  1. Todo mundo tem que tirar os quatro.

    Não. A indicação é por dente, não por conjunto. Um siso pode precisar sair e o do outro lado não. Remover os quatro de uma vez é uma decisão de logística cirúrgica, tomada quando há indicação para todos eles.

  2. Se não dói, posso deixar para sempre?

    Pode acompanhar, que é diferente de esquecer. Sisos assintomáticos são reavaliados periodicamente com exame e imagem, porque a situação pode mudar. O que não se justifica é operar só porque o dente existe.

  3. O siso empurra os dentes da frente e entorta tudo.

    Essa relação é discutida há décadas e a evidência não sustenta o siso como causa principal do apinhamento. O motivo para remover precisa ser outro, e o seu ortodontista participa dessa conversa quando há tratamento em andamento.

  4. Ouvi falar que pode dar dormência no lábio.

    É um risco real e por isso ele é avaliado antes, não depois. Quando a raiz aparece próxima ao canal da mandíbula, a tomografia mostra a relação exata e o plano muda — inclusive para técnicas que deixam parte da raiz no lugar, quando essa for a conduta mais segura.

O seu é um caso de acompanhar ou de remover? É essa a pergunta que a avaliação responde.

Quero saber se isso se aplica ao meu caso
Como funciona

Do exame à volta à rotina.

A remoção de um siso costuma ser resolvida em uma sessão, com anestesia local. O que varia é o preparo antes e o cuidado depois, conforme a dificuldade do caso.

  1. Avaliação e imagem

    Exame da região e radiografia. Se a raiz aparecer próxima ao canal da mandíbula, a tomografia mede essa relação antes de qualquer decisão.

  2. O procedimento

    Anestesia local, na maioria dos casos, em consultório. Você recebe antes as orientações sobre alimentação, medicação e o que esperar das primeiras horas.

  3. Recuperação e retorno

    Inchaço e desconforto costumam ser maiores nos dois ou três primeiros dias e diminuem na sequência. O retorno confere a cicatrização e libera a volta aos hábitos normais.

Certificado de 2026: Dr. Adriano Rocha Germano, certificado pelo Board e membro ativo da banca de examinadores do Colégio Brasileiro de CTBMF (FBCOMS).Ver documento completo
Certificação e banca de examinadores · 2026
Quem conduz a avaliação

Dr. Adriano Rocha Germano

Cirurgião Bucomaxilofacial · CRO-PB 12753 · CRO-RN 1980

  • Certificado pelo Board do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial (FBCOMS), em 2026.
  • Membro ativo da banca de examinadores do Board, conforme certificado de 2026.

O Dr. Adriano atua na avaliação e no tratamento de alterações dos maxilares e da face. Nos sisos, sua participação costuma ser nos casos que o clínico prefere encaminhar: dentes inclusos profundos, raízes próximas ao canal da mandíbula, lesões associadas e situações em que o risco precisa ser medido antes de operar.

Atendimento particularJoão Pessoa, PB

Em 2026, integra o grupo de 29 profissionais no Brasil habilitados a atuar como avaliadores desse Board.

A primeira consulta

O que você sente, o que já inflamou e o que a imagem mostra.

Como funciona

A consulta reúne seu histórico com a região, o exame da boca e as imagens disponíveis. Quando a relação com o nervo precisa ser medida, a tomografia é solicitada antes de qualquer conduta.

O que vamos esclarecer

Se há indicação de remover ou de acompanhar, qual a dificuldade prevista, quais riscos existem no seu caso e como seria a recuperação. Quando a conduta for acompanhar, você sai sabendo o que observar.

Para marcar, basta a dúvida.

Se você já tem uma radiografia, ela adianta a conversa. Se não tem, a avaliação começa pelo exame da região e pelo que você já sentiu ali.

Preciso de encaminhamento de outro profissional?
Não. Você pode buscar a avaliação diretamente. Quando já existe um profissional acompanhando o caso, a comunicação entre os dois ajuda a integrar o cuidado.
Preciso levar radiografia?
Se você já tem panorâmica ou tomografia, leve: elas adiantam a conversa. Se não tem, o exame começa pela região e a imagem necessária é solicitada na própria avaliação.
A consulta já marca a cirurgia?
Não. A avaliação define se há indicação de remover, e em muitos casos a conduta é acompanhar. Havendo indicação, as etapas, os riscos e os cuidados são explicados antes de você decidir.
Como funciona o atendimento particular?
O atendimento é particular, sem convênios. A equipe informa o valor da consulta antes do agendamento. Havendo proposta de tratamento, os custos são apresentados conforme as etapas do seu caso, antes de você decidir começar.

Se está em tratamento ortodôntico, avise: o seu ortodontista participa dessa decisão.

Quero solicitar minha avaliação

Dor, inchaço, tempo de recuperação e riscos.

O procedimento é feito sob anestesia local e a região fica dormente. O desconforto aparece depois, quando a anestesia passa, e é controlado com a medicação orientada. A intensidade varia com a dificuldade do caso.

Inchaço e desconforto costumam ser maiores nos dois ou três primeiros dias e melhoram na sequência. O retorno às atividades depende do seu trabalho e da evolução; casos mais complexos pedem mais cuidado. Não existe prazo igual para todos.

Em alguns casos sim, quando há indicação para ambos e as condições permitem. A decisão pesa a dificuldade prevista, o tempo de procedimento e como você vai se alimentar nos primeiros dias.

Podem ocorrer infecção, sangramento, alveolite, limitação temporária de abertura da boca e alteração de sensibilidade no lábio, na língua ou no queixo — geralmente temporária e, raramente, persistente. Nos sisos superiores, há ainda a relação com o seio maxilar. Os riscos do seu caso são discutidos antes da decisão.

São situações que mudam o planejamento e às vezes o momento do procedimento. Informe a gestação, as condições de saúde e todos os medicamentos em uso; quando necessário, a conduta é alinhada com o médico que acompanha você.

Antes de marcar a extração, vale saber se ela é necessária.

Se o siso incomoda, se já inflamou mais de uma vez ou se apareceu numa radiografia e ficou a dúvida, a avaliação esclarece a indicação — inclusive quando ela for acompanhar em vez de operar.

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