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Canal profissional

A etapa cirúrgica precisa avançar. O cuidado precisa continuar.

Seu paciente tem um plano em andamento e uma questão que pede avaliação especializada. Dentistas, ortodontistas e médicos discutem indicação, escopo e continuidade do cuidado com o Dr. Adriano Rocha Germano, cirurgião bucomaxilofacial em João Pessoa.

  • Discussão de casos
  • Planejamento conjunto
  • Continuidade do acompanhamento
Não envie por canais abertos dados que identifiquem o paciente.
Dr. Adriano Rocha GermanoCirurgião BucomaxilofacialCRO-PB 12753 · CRO-RN 1980 Certificação Board · FBCOMSConhecer a formação
Quando conversar

O tratamento chegou a uma etapa que precisa de outra especialidade.

  • A reabilitação depende de uma avaliação óssea antes de avançar.
  • A dúvida sobre a ATM persiste e você precisa discutir a conduta.
  • O plano ortodôntico exige alinhar a participação da cirurgia.
  • O estudo do sono sugere componente esquelético e falta avaliar a face.
  • Você precisa esclarecer a indicação antes de orientar o paciente.

Os casos que costumam chegar aqui

  • Implantes complexos e reconstrução óssea.
  • Reconstrução maxilofacial avançada, incluindo retalhos microcirúrgicos.
  • Implantes faciais e reabilitação de áreas da face.
  • Cirurgia e prótese de articulação temporomandibular.
  • Cirurgia ortognática em conjunto com a sua ortodontia.
  • Tumores benignos dos maxilares e da face.
  • Avaliação de apneia com componente esquelético.
  • Casos buco-maxilo-faciais que pedem discussão antes da conduta.
Com quem discutir o caso

Dr. Adriano Rocha Germano

Cirurgião Bucomaxilofacial · CRO-PB 12753 · CRO-RN 1980

  • Certificado pelo Board do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial (FBCOMS), em 2026.
  • Membro ativo da banca de examinadores do Board, conforme certificado de 2026.

Em 2026, integra o grupo de 29 profissionais no Brasil habilitados a atuar como avaliadores desse Board.

O histórico, os exames e o objetivo do encaminhamento dão contexto à avaliação. Esse diálogo aproxima a etapa especializada do plano restaurador, ortodôntico ou clínico que o paciente já segue.

Certificado de 2026: Dr. Adriano Rocha Germano, certificado pelo Board e membro ativo da banca de examinadores do Colégio Brasileiro de CTBMF (FBCOMS).Ver documento completo
Certificação e banca de examinadores · 2026
Escopo e devolutiva

O que eu conduzo, o que continua com você.

O que o Dr. Adriano conduz

  • Avaliação buco-maxilo-facial e definição da indicação cirúrgica.
  • Reconstrução óssea e a etapa cirúrgica dos implantes, dentários e faciais.
  • Reconstrução avançada, incluindo técnicas microcirúrgicas.
  • Procedimentos na ATM, dos minimamente invasivos à prótese articular.
  • Cirurgia ortognática e o acompanhamento pós-operatório dela.
  • Remoção de tumores benignos dos maxilares e da face.

O que permanece com você

  • A reabilitação protética e a escolha da prótese.
  • A condução ortodôntica, antes e depois da etapa cirúrgica.
  • O acompanhamento clínico e preventivo de rotina.
  • A relação com o paciente, que continua sendo sua.

Como a devolutiva é combinada

O que é comunicado
Os achados da avaliação, a conduta proposta ou realizada, os cuidados necessários e a orientação para a etapa seguinte do seu plano.
Quando
Depois da avaliação, e novamente ao fim da etapa cirúrgica. Prazos e marcos são combinados no primeiro contato, conforme o caso.
Por qual canal
Pelo canal profissional combinado entre os dois. Dados que identifiquem o paciente não circulam por canais abertos.

O que precisa ficar claro entre os profissionais

  1. Preciso ter a indicação cirúrgica definida?

    A dúvida clínica pode ser o motivo do contato. Apresente a hipótese, o que já foi realizado e o que precisa ser esclarecido antes de seguir.

  2. Como a etapa especializada entra no meu plano?

    O planejamento considera o tratamento em andamento, os objetivos da etapa especializada e a sequência do acompanhamento. Esse alinhamento ajuda a orientar o paciente com mais clareza.

  3. E se a avaliação apontar outro caminho?

    Encaminhar para avaliação não pressupõe operar. Os achados podem indicar novas investigações, cuidado conservador ou uma revisão conjunta da sequência proposta.

O fluxo

Da dúvida clínica à continuidade do tratamento.

  1. Apresente a dúvida clínica

    Comece pelo motivo do contato e pelo tratamento em andamento. A equipe orienta como compartilhar a documentação do caso.

  2. Alinhe a etapa especializada

    Discuta o que precisa ser avaliado, os objetivos do encaminhamento e a participação de cada profissional.

  3. Integre os achados ao plano

    A avaliação ajuda a definir a conduta e a sequência possível. Se houver indicação cirúrgica, ela passa a fazer parte desse planejamento.

  4. Combine a continuidade

    Alinhe as informações de retorno, os cuidados necessários e o momento de seguir com as próximas etapas do tratamento.

Qual etapa do seu caso precisa ser esclarecida?

Comece pela dúvida que está impedindo o plano de avançar. O primeiro contato ajuda a organizar o encaminhamento e as informações necessárias para a avaliação.

Discutir um caso
Canal profissional

Inicie uma conversa sobre o caso.

Informe seu nome, WhatsApp e o objetivo do contato. Não envie dados identificáveis do paciente pelo formulário.

O contato por este formulário está temporariamente indisponível. O preenchimento será liberado quando o canal estiver disponível.

Escreva apenas sua dúvida sobre o atendimento, sem informações clínicas.

Dúvidas antes do primeiro encaminhamento.

Sim. O primeiro contato pode ser para esclarecer a dúvida e orientar o encaminhamento. Não é necessário chegar com uma conduta fechada; a avaliação do paciente poderá ser necessária para defini-la.

Novos achados podem exigir revisão do plano. A comunicação entre os profissionais ajuda a alinhar as mudanças e as orientações ao paciente, considerando as condições clínicas e a segurança do atendimento.

A equipe informa o valor da avaliação e esclarece como serão apresentados os custos de eventuais procedimentos. Essas informações devem estar claras para o paciente antes da decisão sobre o atendimento.

Uma síntese do motivo do encaminhamento, o que já foi realizado e os exames disponíveis. Evite enviar dados que identifiquem o paciente por canais abertos.

As informações clínicas detalhadas são discutidas em canal adequado, nunca por mensagem aberta.