Como funciona
Você conta quais dentes perdeu, o que evita comer e como se sente com a prótese atual, se usa uma. O exame da boca e as imagens disponíveis ajudam a entender o suporte para uma reabilitação.
Quando falta um dente ou a prótese incomoda, até uma refeição simples pede adaptações. Implantes podem fazer parte da reabilitação para buscar mais conforto ao mastigar. A avaliação esclarece se são uma opção para você e como planejar os dentes que eles vão sustentar.

A reabilitação deve considerar os alimentos que você evita, o conforto para falar e o que incomoda na prótese atual. Os implantes dão suporte aos dentes da prótese e podem contribuir para essas funções quando indicados. A avaliação relaciona seus objetivos às condições da boca e aos cuidados de manutenção.
Esses sinais não significam, por si só, que você precise de cirurgia. A avaliação existe para entender a origem e discutir o melhor caminho.
O implante é o suporte; a prótese é a parte que substitui o dente e participa da mastigação. Planejá-los juntos permite considerar onde o dente precisa ficar, como ele encontrará os demais e quais condições de osso e gengiva serão necessárias.
O Dr. Adriano integra a etapa cirúrgica ao planejamento do seu dentista. O exame da boca, as imagens quando indicadas e seu histórico de saúde orientam a proposta. Você conhece as possibilidades de reabilitação, as etapas e os cuidados antes de escolher como seguir.
Em alguns casos, sim. É preciso avaliar o osso, os tecidos e o tipo de prótese adequado à sua boca. A conversa também inclui o que você poderá usar durante a transição entre as etapas.
Você ainda pode buscar uma avaliação. O tempo de perda, as mudanças no osso e a posição dos dentes vizinhos ajudam a definir quais opções existem e se alguma preparação será necessária.
Não. O volume ósseo é analisado em relação à posição planejada do implante e à futura prótese. Reconstrução só entra na proposta quando houver necessidade e condições para realizá-la.
Anestesia, desconforto esperado, recuperação, riscos e alternativas fazem parte da conversa. Conhecer essas informações ajuda a decidir com mais clareza, no seu tempo.
O plano explica as etapas, a cicatrização e o que poderá ser usado provisoriamente. Saber como o processo funciona ajuda você a organizar a rotina.
Conversa, exame da boca e análise das imagens disponíveis. Exames adicionais são solicitados se necessários para definir as possibilidades.
Se houver indicação, o plano detalha preparo dos tecidos, eventual reconstrução óssea, colocação do implante e acompanhamento da cicatrização.
A prótese é planejada com seu dentista conforme as condições obtidas. Higiene e consultas de manutenção fazem parte do cuidado contínuo.
Você conta quais dentes perdeu, o que evita comer e como se sente com a prótese atual, se usa uma. O exame da boca e as imagens disponíveis ajudam a entender o suporte para uma reabilitação.
Se os implantes são uma opção a considerar, quais exames faltam e se a boca precisa de algum preparo. A proposta deve explicar a prótese, as etapas, os cuidados e as alternativas para o seu caso.
Se você já tem radiografia ou tomografia, elas adiantam a conversa. Se não tem, a avaliação começa pelo exame da boca e pelo que você quer voltar a comer.
Mesmo que a perda dentária seja antiga, você pode avaliar suas opções. Não é preciso decidir pelo implante antes da consulta.
A avaliação considera osso, gengiva, mordida, saúde geral, medicamentos e a prótese planejada. O exame clínico e os exames de imagem necessários ajudam a definir a indicação e as alternativas.
Em alguns casos, implantes podem dar suporte a outro tipo de prótese. A possibilidade depende das condições da boca e do plano protético. A avaliação também discute o que pode ser usado durante as etapas.
As possibilidades de prótese provisória são analisadas no planejamento. Elas dependem da região, da estabilidade obtida e da necessidade de proteger a cicatrização; não são iguais em todos os casos.
Podem ocorrer infecção, dificuldades de cicatrização ou falha na integração do implante, entre outros riscos. Saúde geral, tabagismo, higiene e condições locais influenciam o cuidado. Consultas de acompanhamento e manutenção da prótese continuam necessárias após o tratamento.
Sim. Quando já existe acompanhamento, a proposta é integrar a etapa especializada ao cuidado do seu dentista, com comunicação sobre a conduta e a continuidade do tratamento.
Se a falta de dentes ou a prótese limita suas refeições, agende uma avaliação. Vamos entender o que incomoda e discutir se os implantes podem fazer parte de um plano para reabilitar sua mastigação.
Deixe seu nome e WhatsApp. A equipe explica como funciona a consulta e quais exames ajudam a avaliar o suporte para implantes.