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Reconstrução óssea em João Pessoa

Ouviu que não há osso suficiente para implante?

Isso não encerra a avaliação. Se o plano de mastigar com mais conforto parou nessa resposta, vale esclarecer o motivo. Em casos selecionados, a reconstrução óssea pode criar suporte para futuros implantes. A avaliação mostra se essa possibilidade faz sentido para você.

  • Avaliação da perda óssea
  • Planejamento com seu dentista
  • João Pessoa
Traga os exames que já tem. A primeira decisão é esclarecer suas possibilidades.
Dr. Adriano Rocha GermanoCirurgião BucomaxilofacialCRO-PB 12753 · CRO-RN 1980 Certificação Board · FBCOMSConhecer a formação
Onde o seu plano parou?

Você queria uma solução para os dentes. Ficou com mais perguntas.

  • A prótese incomoda ao comer, mas você ouviu que não há osso para um implante.
  • Passaram-se anos desde a perda dos dentes e você não sabe quais opções ainda existem.
  • Recebeu indicação de enxerto sem entender o que muda nas etapas e na recuperação.
  • Tem receio de começar um tratamento sem saber o que será possível ao final.
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O que uma avaliação deve responder

Uma resposta útil precisa explicar o que é possível e por quê

A falta de osso pode interromper o plano que você imaginava para os dentes. A avaliação especializada reúne a região da perda, os tecidos, sua saúde e a futura prótese para discutir caminhos concretos. Ela pode identificar possibilidades ou confirmar limites, com os motivos e as alternativas explicados.

Esses sinais não significam, por si só, que você precise de cirurgia. A avaliação existe para entender a origem e discutir o melhor caminho.

Como o plano é construído

Primeiro, a futura reabilitação. Depois, o que precisa ser reconstruído.

O ponto de partida é a prótese de que você precisa para reabilitar os dentes. A partir da posição planejada para ela, o Dr. Adriano e seu dentista avaliam onde há suporte ósseo e o que precisaria ser reconstruído. Assim, cada etapa tem uma finalidade no tratamento.

O exame da boca e a tomografia, quando indicada, mostram o volume e a forma do osso disponível. Se houver indicação de enxerto ou outra técnica reconstrutiva, a conversa inclui os materiais, a cicatrização, os riscos e o que precisa ser reavaliado antes dos implantes. Quando reconstruir não for adequado, outras formas de reabilitação entram no plano.

As técnicas variam com o tamanho do que falta. Perdas localizadas costumam ser tratadas com enxertos; perdas extensas — depois da remoção de uma lesão, de um trauma ou de reabsorções severas — podem exigir reconstrução avançada, inclusive técnicas microcirúrgicas, em que o tecido é transferido junto com o próprio suprimento de sangue. A mesma análise orienta a reabilitação de áreas da face com implantes, quando é disso que o caso precisa.

  • Volume ósseo disponível e região da perda.
  • Origem da perda: extração antiga, doença, trauma ou remoção de lesão.
  • Posição e função da futura prótese.
  • Condições dos tecidos, saúde geral e medicamentos.
  • Etapas de reconstrução, cicatrização e reavaliação.
Entenda como a reconstrução se relaciona aos implantes
Osso e reabilitaçãoReconstruir com um objetivo para os seus dentes.
01Perda óssea02Enxerto ósseo03Futura prótese

Pouco osso: o que essa informação permite concluir?

  1. Disseram que não tenho osso. Ainda vale avaliar?

    Sim, para entender o que essa informação significa na região que você precisa reabilitar. Os exames e o exame clínico permitem discutir possibilidades de reconstrução ou explicar por que a orientação anterior continua adequada.

  2. Todo mundo pode fazer enxerto?

    Não. A indicação considera a área a reconstruir, os tecidos ao redor, a saúde geral, medicações e fatores que podem interferir na cicatrização.

  3. Reconstruir o osso garante o implante?

    Não. A resposta do organismo e a cicatrização precisam ser acompanhadas. A possibilidade de implante é reavaliada conforme as condições obtidas.

  4. É tudo feito em uma única etapa?

    Em alguns casos é necessário reconstruir, aguardar a cicatrização e só depois reavaliar os implantes. A técnica e a sequência dependem da região e do plano de reabilitação.

A resposta que você recebeu vale para a região que você precisa reabilitar? É isso que a avaliação esclarece.

Quero saber se isso se aplica ao meu caso
Como funciona o tratamento

Do que falta ao plano de reabilitação.

Reconstruir não é um fim em si: é uma etapa para viabilizar a reabilitação que você precisa. A sequência e os intervalos dependem da região e do seu caso.

  1. Entender o que falta e para quê

    Exame da região, imagens disponíveis e a reabilitação que você quer alcançar. É essa combinação que define se há o que reconstruir e com qual finalidade.

  2. Reconstrução e cicatrização

    Havendo indicação, o plano detalha a técnica, os materiais, os riscos e o tempo de cicatrização necessário antes de qualquer implante.

  3. Reavaliação para a reabilitação

    As condições obtidas são reavaliadas junto com o seu dentista. A partir delas, o plano protético é retomado ou revisto.

Certificado de 2026: Dr. Adriano Rocha Germano, certificado pelo Board e membro ativo da banca de examinadores do Colégio Brasileiro de CTBMF (FBCOMS).Ver documento completo
Certificação e banca de examinadores · 2026
Quem conduz a avaliação

Dr. Adriano Rocha Germano

Cirurgião Bucomaxilofacial · CRO-PB 12753 · CRO-RN 1980

  • Certificado pelo Board do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial (FBCOMS), em 2026.
  • Membro ativo da banca de examinadores do Board, conforme certificado de 2026.

O Dr. Adriano atua na avaliação e no tratamento de alterações dos maxilares e da face. Quando a falta de osso interrompe um plano de reabilitação, sua participação é analisar as condições da região e discutir, junto com o dentista que acompanha você, o que pode ser reconstruído e com qual finalidade.

Atendimento particularJoão Pessoa, PB

Em 2026, integra o grupo de 29 profissionais no Brasil habilitados a atuar como avaliadores desse Board.

A primeira consulta

Uma avaliação para retomar a conversa sobre suas possibilidades.

Como funciona

Você conta o que deseja reabilitar e o que já ouviu sobre a falta de osso. O exame da região e as imagens disponíveis ajudam a esclarecer essa informação e a necessidade de novos exames.

O que vamos esclarecer

Se há uma possibilidade de reconstrução a considerar, quais condições precisam ser atendidas e como seriam as etapas até reavaliar os implantes. Os limites e as alternativas fazem parte da orientação.

Para marcar, não precisa ter nada em mãos.

Se você já tem tomografia ou um plano de tratamento anterior, eles adiantam a conversa. Se não tem, a avaliação começa pelo exame da região e pelo que você quer reabilitar.

Preciso de encaminhamento de outro profissional?
Não. Você pode buscar a avaliação diretamente. Quando já existe um profissional acompanhando o caso, a comunicação entre os dois ajuda a integrar o cuidado.
Preciso levar a tomografia?
Se você já tem tomografia ou um plano de tratamento anterior, leve: eles adiantam a conversa. Se não tem, a avaliação começa pelo exame da região e pelo que você quer reabilitar.
A consulta já define um enxerto?
Não. A avaliação esclarece o que a falta de osso significa na região que você precisa reabilitar. Reconstruir só entra na proposta quando houver necessidade e condições, e a orientação pode ser outra.
Como funciona o atendimento particular?
O atendimento é particular, sem convênios. A equipe informa o valor da consulta antes do agendamento. Havendo proposta de tratamento, os custos são apresentados conforme as etapas do seu caso, antes de você decidir começar.

Você pode buscar uma segunda opinião antes de decidir como seguir com a reabilitação.

Quero solicitar minha avaliação

Dúvidas sobre enxerto, cicatrização e futuros implantes.

É um conjunto de procedimentos usados, quando indicados, para recuperar volume ou forma do osso. Na reabilitação com implantes, pode envolver enxertos para buscar o suporte necessário ao plano protético.

O planejamento pode considerar osso do próprio paciente e materiais de enxerto de outras origens. A escolha, a procedência e os cuidados envolvidos devem ser explicados conforme a técnica indicada.

As opções provisórias são analisadas conforme a área tratada e a necessidade de proteger a cicatrização. O que pode ser utilizado no seu caso deve ser discutido no planejamento.

Anestesia e cuidados após o procedimento fazem parte do plano. Pode haver dor, inchaço e restrições temporárias. A intensidade e o tempo de recuperação variam conforme a cirurgia e são discutidos antes da decisão.

Podem influenciar os cuidados e a indicação. Informe seu histórico e todos os medicamentos em uso. Quando necessário, a avaliação é integrada ao médico que acompanha você.

Muda a extensão do que precisa ser reconstruído e, com ela, as técnicas consideradas. Perdas amplas podem exigir reconstrução avançada, inclusive microcirúrgica, e a análise inclui os tecidos ao redor, a saúde geral e o que se pretende reabilitar.

A dúvida sobre a falta de osso pode dar lugar a uma decisão mais clara.

Agende uma avaliação para entender o que a perda óssea significa no seu caso. Vamos conversar sobre os caminhos de reabilitação que merecem ser considerados — e sobre os que não valem para você.

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