Como funciona
Você conta suas dificuldades para comer, suas expectativas sobre a face e os receios sobre a cirurgia. O exame e a documentação ortodôntica ajudam a relacionar essas questões à posição dos dentes e dos maxilares.
Cortar os alimentos com os dentes, fechar os lábios sem esforço e se sentir à vontade com o próprio rosto podem fazer parte da mesma preocupação. A avaliação com o cirurgião e o ortodontista esclarece se a posição dos maxilares participa do incômodo e quais tratamentos considerar.

O que dificulta sua mastigação e o que incomoda na aparência devem ser ouvidos juntos. A avaliação relaciona essas expectativas à estrutura dos maxilares e explica quais mudanças são possíveis. Tempo de aparelho, recuperação e rotina de trabalho também entram na decisão desde o começo.
Esses sinais não significam, por si só, que você precise de cirurgia. A avaliação existe para entender a origem e discutir o melhor caminho.
A cirurgia ortognática reposiciona os maxilares quando a alteração óssea justifica esse tratamento. O planejamento considera a relação da mordida, as dificuldades para mastigar e as repercussões na face. Suas expectativas ajudam a definir os objetivos da conversa, junto com o que é viável no seu caso.
O Dr. Adriano e o ortodontista diferenciam a posição dos dentes da posição dos maxilares para discutir o papel de cada etapa. Nem toda alteração precisa de cirurgia. Se houver indicação, você recebe explicações sobre os benefícios funcionais esperados, os riscos e as alternativas. Queixas de respiração ou fala podem exigir outros profissionais.
Não. Algumas alterações podem ser tratadas com ortodontia. A relação entre dentes e maxilares, a função e suas necessidades ajudam a definir se uma etapa cirúrgica deve ser considerada.
A ortodontia costuma fazer parte do tratamento. O preparo e os ajustes posteriores são definidos em conjunto com o ortodontista, conforme o plano individual.
Reposicionar os maxilares pode modificar a aparência facial. Essas repercussões são discutidas no planejamento junto com os objetivos funcionais; simulações são recursos de comunicação e não garantias do resultado.
Alimentação, higiene, inchaço e retorno ao trabalho precisam entrar no plano. As orientações e as estimativas dependem da cirurgia, da sua atividade e da evolução após o procedimento.
Conhecer as etapas ajuda a planejar o aparelho, a eventual cirurgia e o período de recuperação. A sequência e os intervalos são definidos para o seu caso.
Cirurgião e ortodontista analisam documentação, exames e objetivos. Se houver indicação, combinam a preparação ortodôntica e cirúrgica necessária.
O plano detalha os movimentos previstos, os cuidados, os riscos e as alternativas. A cirurgia é uma etapa da jornada e só é realizada após a preparação indicada.
O acompanhamento orienta alimentação, higiene e retorno às atividades. A ortodontia pode continuar com os ajustes da mordida, conforme a evolução.
Você conta suas dificuldades para comer, suas expectativas sobre a face e os receios sobre a cirurgia. O exame e a documentação ortodôntica ajudam a relacionar essas questões à posição dos dentes e dos maxilares.
O que falta para definir a indicação e como o ortodontista participa. Se a cirurgia for uma opção, a conversa aborda mudanças esperadas, riscos, etapas e recuperação para você planejar a decisão.
Se você já está em tratamento ortodôntico, o contato do seu ortodontista adianta a conversa. Se ainda não está, a avaliação começa pelo exame da mordida e pelo que incomoda você.
É preciso avaliar a relação entre dentes e maxilares, as queixas funcionais e suas condições de saúde. O cirurgião e o ortodontista analisam se o benefício de uma abordagem conjunta justifica a cirurgia e quais alternativas existem.
O tempo inclui preparação, eventual cirurgia, recuperação e finalização ortodôntica. As estimativas são feitas após a análise conjunta e podem mudar conforme a resposta ao tratamento; não existe um prazo único.
Pode haver inchaço, desconforto, alterações de sensibilidade e restrições temporárias de alimentação e atividade. O retorno ao trabalho depende do procedimento, do tipo de atividade e da evolução. Esses cuidados são discutidos antes da cirurgia e acompanhados depois.
Os recursos de fixação e a necessidade de elásticos ou limitações de movimento dependem da técnica e do caso. A equipe explica as orientações previstas para alimentação, higiene e movimentação antes do procedimento.
A melhora da função pode ser um objetivo quando a alteração dos maxilares participa da dificuldade. Benefícios para mastigação ou respiração dependem da causa e da indicação. Queixas respiratórias exigem investigação específica e, quando necessário, avaliação multidisciplinar.
Agende uma avaliação para conversar sobre mastigação, face e expectativas. Com a participação do ortodontista, você pode discutir a indicação e conhecer as etapas antes de escolher como seguir.
Deixe seu nome e WhatsApp. A equipe explica como funciona a consulta e qual documentação ortodôntica levar.