Como funciona
Conte quando e como ocorreu o trauma, onde recebeu o primeiro atendimento e como os sintomas evoluíram. São avaliadas alterações de mordida, movimentos, sensibilidade, forma da face e exames disponíveis.
Depois do primeiro atendimento, a avaliação especializada verifica fraturas, mordida, visão, movimentos e outros efeitos do trauma para orientar os próximos cuidados.

A posição dos ossos, a mordida, a sensibilidade e os movimentos podem precisar de reavaliação. Nos traumas antigos, a consulta investiga alterações persistentes e as possibilidades de cuidado para eventuais sequelas.
Esses sinais não definem, sozinhos, se existe indicação cirúrgica. Alteração visual ou outro sinal de alerta depois de um trauma exige atendimento em pronto-socorro.
Nos traumas recentes, via aérea, sangramento, estado neurológico, visão e coluna cervical têm prioridade no atendimento de urgência. Quando o paciente está estável, a avaliação bucomaxilofacial considera como o acidente aconteceu, os sintomas, a face, a boca, os dentes, a mordida, os movimentos e a sensibilidade.
Radiografias ou tomografia podem ser indicadas conforme a região e a suspeita clínica. O tratamento depende da estrutura afetada, do deslocamento, do impacto funcional, das lesões associadas e do tempo transcorrido.
Nem todo trauma facial precisa de cirurgia; todo trauma com sinais de alerta precisa do lugar certo de atendimento.
Pronto-socorro e estabilização têm prioridade antes de qualquer consulta eletiva.
A avaliação revê a fratura, a mordida, os sintomas e o acompanhamento necessário.
A consulta analisa mordida, movimentos, sensibilidade, assimetria e possibilidades de reconstrução.
Não. Algumas fraturas permitem movimento e podem ser percebidas pela mordida, sensibilidade, assimetria ou exame de imagem.
Não para receber a avaliação inicial. O inchaço pode exigir reavaliações durante o planejamento, mas sinais de urgência não devem esperar.
Não. A conduta depende do osso envolvido, do deslocamento, da estabilidade, da função e das outras lesões existentes.
Não. Traumas faciais podem afetar respiração, visão, mastigação, fala, sensibilidade e movimentos da mandíbula.
O risco imediato é tratado primeiro. Depois da estabilização, a equipe especializada avalia as estruturas afetadas, as opções e a recuperação.
Riscos imediatos e outras lesões são investigados e tratados no ambiente hospitalar.
A face, a boca, os dentes, a mordida, os movimentos e as imagens indicadas são avaliados.
Acompanhamento ou cirurgia são discutidos, com outras especialidades quando necessário.
Cicatrização, mordida, movimentos, sensibilidade e demais funções afetadas são acompanhados.
Espaço para um caso real com imagens anonimizadas, alterações funcionais, decisão de tratamento e acompanhamento após o trauma, com autorização.
Conte quando e como ocorreu o trauma, onde recebeu o primeiro atendimento e como os sintomas evoluíram. São avaliadas alterações de mordida, movimentos, sensibilidade, forma da face e exames disponíveis.
Entender os achados, a necessidade de novos exames, a possibilidade de acompanhamento ou cirurgia e quais profissionais devem participar.
Laudos, imagens e relatório de alta ajudam na consulta. Não adie atendimento hospitalar para reunir documentos se houver sinais de urgência.
Para dificuldade de respirar ou engolir, sangramento intenso, alteração súbita da visão, vômitos, sonolência incomum ou desmaio, procure um pronto-socorro.
Sim. A consulta especializada pode revisar a fratura, a mordida, os sintomas e o acompanhamento necessário depois da estabilização.
Sim. Alterações persistentes de mordida, movimento, sensibilidade ou contorno facial podem ser investigadas. As possibilidades dependem da sequela e das condições atuais.
Não. O tratamento busca recuperar anatomia e função dentro das possibilidades do caso. O resultado depende da extensão do trauma, das estruturas afetadas e da resposta individual.
Informações clínicas · Dr. Adriano Rocha GermanoCRO-PB 12753 · CRO-RN 1980Atualização editorial em
A equipe informa horários, valor da consulta e quais registros do primeiro atendimento podem ajudar.
A equipe informa horários, valor da consulta e o que levar. A indicação de qualquer procedimento depende da avaliação.