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Trauma bucomaxilofacial em João Pessoa

Trauma na face: o que avaliar depois?

Depois do primeiro atendimento, a avaliação especializada verifica fraturas, mordida, visão, movimentos e outros efeitos do trauma para orientar os próximos cuidados.

  • Mordida e função
  • Fraturas e sequelas
  • Exames conforme o caso
O contato pelo site é destinado a casos estáveis ou após o primeiro atendimento.
Imagem do doutor aqui — substituir pelo retrato real do Dr. Adriano.
Dr. Adriano Rocha GermanoCirurgião BucomaxilofacialCRO-PB 12753 · CRO-RN 1980 Professor titular · UFRNConhecer a formação
O que mudou depois do trauma?

O inchaço pode esconder alterações percebidas ao morder, enxergar ou movimentar a mandíbula.

  • Os dentes deixaram de encaixar como antes ou ficou difícil abrir e fechar a boca.
  • Surgiram dormência no lábio, no queixo, na bochecha ou perto dos olhos.
  • Há assimetria, afundamento ou aumento de volume persistente na face.
  • Dentes quebraram ou ficaram móveis, ou apareceram visão dupla e dificuldade para movimentar os olhos.
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Depois que o inchaço diminui

O acompanhamento observa função, estrutura e recuperação.

A posição dos ossos, a mordida, a sensibilidade e os movimentos podem precisar de reavaliação. Nos traumas antigos, a consulta investiga alterações persistentes e as possibilidades de cuidado para eventuais sequelas.

Esses sinais não definem, sozinhos, se existe indicação cirúrgica. Alteração visual ou outro sinal de alerta depois de um trauma exige atendimento em pronto-socorro.

Avaliação depois da estabilização

Primeiro, segurança. Depois, anatomia, função e recuperação.

Nos traumas recentes, via aérea, sangramento, estado neurológico, visão e coluna cervical têm prioridade no atendimento de urgência. Quando o paciente está estável, a avaliação bucomaxilofacial considera como o acidente aconteceu, os sintomas, a face, a boca, os dentes, a mordida, os movimentos e a sensibilidade.

Radiografias ou tomografia podem ser indicadas conforme a região e a suspeita clínica. O tratamento depende da estrutura afetada, do deslocamento, do impacto funcional, das lesões associadas e do tempo transcorrido.

Nem todo trauma facial precisa de cirurgia; todo trauma com sinais de alerta precisa do lugar certo de atendimento.

  • Como ocorreu o trauma e quais atendimentos já foram realizados.
  • Mordida, abertura da boca, dentes e movimentos da mandíbula.
  • Contorno da face, visão, sensibilidade e estruturas envolvidas.
  • Imagens disponíveis e necessidade de exames complementares.
Estrutura e funçãoAvaliar o que mudou e o que precisa ser acompanhado.
Regiões da face consideradas após um trauma
  1. 1Região afetada
  2. 2Alinhamento ósseo
  3. 3Mordida e função
Ilustração educativa esquemática. Não representa um caso individual.
01Mordida02Ossos da face03Movimentos e sensibilidade

O momento e a estabilidade do paciente mudam o próximo passo.

  • Trauma recente com sinais de alerta

    Pronto-socorro e estabilização têm prioridade antes de qualquer consulta eletiva.

  • Caso estável após o primeiro atendimento

    A avaliação revê a fratura, a mordida, os sintomas e o acompanhamento necessário.

  • Trauma antigo ou sequela

    A consulta analisa mordida, movimentos, sensibilidade, assimetria e possibilidades de reconstrução.

O que vale esclarecer depois de um trauma na face.

  1. Se consigo abrir a boca, significa que não houve fratura?

    Não. Algumas fraturas permitem movimento e podem ser percebidas pela mordida, sensibilidade, assimetria ou exame de imagem.

  2. Preciso esperar o inchaço desaparecer?

    Não para receber a avaliação inicial. O inchaço pode exigir reavaliações durante o planejamento, mas sinais de urgência não devem esperar.

  3. Toda fratura facial precisa de cirurgia?

    Não. A conduta depende do osso envolvido, do deslocamento, da estabilidade, da função e das outras lesões existentes.

  4. É somente uma questão estética?

    Não. Traumas faciais podem afetar respiração, visão, mastigação, fala, sensibilidade e movimentos da mandíbula.

Sua mordida ou seus movimentos mudaram depois do trauma?

Quero entender o que precisa ser tratado
Do primeiro atendimento ao seguimento

A urgência e o planejamento especializado têm momentos diferentes.

O risco imediato é tratado primeiro. Depois da estabilização, a equipe especializada avalia as estruturas afetadas, as opções e a recuperação.

  1. Urgência e estabilização

    Riscos imediatos e outras lesões são investigados e tratados no ambiente hospitalar.

  2. Avaliação especializada

    A face, a boca, os dentes, a mordida, os movimentos e as imagens indicadas são avaliados.

  3. Definição da conduta

    Acompanhamento ou cirurgia são discutidos, com outras especialidades quando necessário.

  4. Recuperação e seguimento

    Cicatrização, mordida, movimentos, sensibilidade e demais funções afetadas são acompanhados.

Caso real de trauma bucomaxilofacial aqui
Espaço reservado para exames, conduta e acompanhamento reais, anonimizados, revisados e autorizados.
Material a inserir

Do primeiro atendimento à recuperação

Espaço para um caso real com imagens anonimizadas, alterações funcionais, decisão de tratamento e acompanhamento após o trauma, com autorização.

Imagem do doutor aqui
Espaço reservado para o retrato real do Dr. Adriano.
Quem conduz a avaliação

Dr. Adriano Rocha Germano

Cirurgião Bucomaxilofacial · CRO-PB 12753 · CRO-RN 1980

  • Mestre e doutor em Cirurgia Bucomaxilofacial pela UNICAMP.
  • Professor titular da UFRN e chefe do serviço da especialidade no HUOL.
  • Experiência hospitalar na avaliação e reconstrução de traumas da face

O Dr. Adriano coordena o serviço de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial do HUOL. Em 2025, o Conselho Federal de Odontologia destacou a atuação do serviço em um caso de múltiplas fraturas e reconstrução facial, dentro do atendimento de média e alta complexidade.

Atendimento particularConsultórios em João Pessoa e Natal
Avaliações reais aqui
Espaço reservado para avaliações de pacientes verificadas e autorizadas.
A primeira consulta

A consulta organiza o que mudou e o que ainda precisa de cuidado.

Como funciona

Conte quando e como ocorreu o trauma, onde recebeu o primeiro atendimento e como os sintomas evoluíram. São avaliadas alterações de mordida, movimentos, sensibilidade, forma da face e exames disponíveis.

O que vamos esclarecer

Entender os achados, a necessidade de novos exames, a possibilidade de acompanhamento ou cirurgia e quais profissionais devem participar.

Leve os registros do atendimento que já tiver.

Laudos, imagens e relatório de alta ajudam na consulta. Não adie atendimento hospitalar para reunir documentos se houver sinais de urgência.

Preciso chegar com exames em mãos?
Não. Os exames que você já tem adiantam a conversa. Os que faltarem são solicitados depois da avaliação, e apenas quando acrescentam informação ao seu caso.
Posso procurar só para ouvir uma segunda opinião?
Pode. Esclarecer uma indicação que você já recebeu é um motivo legítimo de consulta. A análise pode confirmar a orientação anterior ou apontar outras possibilidades.
Como funciona o atendimento particular?
O atendimento é particular, sem convênios. A equipe informa o valor da consulta antes de agendar. Custos e condições do tratamento são apresentados conforme o plano, antes de você decidir.

Para dificuldade de respirar ou engolir, sangramento intenso, alteração súbita da visão, vômitos, sonolência incomum ou desmaio, procure um pronto-socorro.

Tirar uma dúvida antes de marcar

Depois do primeiro atendimento ou em uma sequela antiga.

Sim. A consulta especializada pode revisar a fratura, a mordida, os sintomas e o acompanhamento necessário depois da estabilização.

Sim. Alterações persistentes de mordida, movimento, sensibilidade ou contorno facial podem ser investigadas. As possibilidades dependem da sequela e das condições atuais.

Não. O tratamento busca recuperar anatomia e função dentro das possibilidades do caso. O resultado depende da extensão do trauma, das estruturas afetadas e da resposta individual.

Informações clínicas · Dr. Adriano Rocha GermanoCRO-PB 12753 · CRO-RN 1980Atualização editorial em

Para casos estáveis, entenda o que ainda precisa ser avaliado.

A equipe informa horários, valor da consulta e quais registros do primeiro atendimento podem ajudar.

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